"O futuro pertence àqueles que acreditam na beleza dos seus sonhos" - Eleanor Roosevelt.



domingo, 17 de junho de 2012

SUSTENTABILIDADE

Sustentabilidade: desenvolvimento presente garantindo o futuro das próximas gerações

Conceito de sustentabilidade

Sustentabilidade é um termo usado para definir ações e atividades humanas que visam suprir as necessidades atuais dos seres humanos, sem comprometer o futuro das próximas gerações. Ou seja, a sustentabilidade está diretamente relacionada ao desenvolvimento econômico e material sem agredir o meio ambiente, usando os recursos naturais de forma inteligente para que eles se mantenham no futuro. Seguindo estes parâmetros, a humanidade pode garantir o desenvolvimento sustentável.

Ações relacionadas a sustentabilidade

- Exploração dos recursos vegetais de florestas e matas de forma controlada, garantindo o replantio sempre que necessário.

- Preservação total de áreas verdes não destinadas a exploração econômica.

- Ações que visem o incentivo a produção e consumo de alimentos orgânicos, pois estes não agridem a natureza além de serem benéficos à saúde dos seres humanos;

- Exploração dos recursos minerais (petróleo, carvão, minérios) de forma controlada, racionalizada e com planejamento.

- Uso de fontes de energia limpas e renováveis (eólica, geotérmica e hidráulica) para diminuir o consumo de combustíveis fósseis. Esta ação, além de preservar as reservas de recursos minerais, visa diminuir a poluição do ar.

- Criação de atitudes pessoais e empresarias voltadas para a reciclagem de resíduos sólidos. Esta ação além de gerar renda e diminuir a quantidade de lixo no solo, possibilita a diminuição da retirada de recursos minerais do solo.

- Desenvolvimento da gestão sustentável nas empresas para diminuir o desperdício de matéria-prima e desenvolvimento de produtos com baixo consumo de energia.

- Atitudes voltadas para o consumo controlado de água, evitando ao máximo o desperdício. Adoção de medidas que visem a não poluição dos recursos hídricos, assim como a despoluição daqueles que se encontram poluídos ou contaminados.

Benefícios

A adoção de ações de sustentabilidade garantem a médio e longo prazo um planeta em boas condições para o desenvolvimento das diversas formas de vida, inclusive a humana. Garante os recursos naturais necessários para as próximas gerações, possibilitando a manutenção dos recursos naturais (florestas, matas, rios, lagos, oceanos) e garantindo uma boa qualidade de vida para as futuras gerações.

Fonte: http//:www.suapesquisa.com

sábado, 9 de junho de 2012

CONSUMO SUSTENTÁVEL

Garantindo o desenvolvimento sustentável do nosso planeta

O que é consumo sustentável



O consumo sustentável é um conjunto de práticas relacionadas à aquisição de produtos e serviços que visam diminuir ou até mesmo eliminar os impactos ao meio ambiente. São atitudes positivas que preservam os recursos naturais, mantendo o equilíbrio ecológico em nosso planeta. Estas práticas estão relacionadas a diminuição da poluição, incentivo à reciclagem e eliminação do desperdício. través delas poderemos, um dia, atingir o sonhado desenvolvimento sustentável do nosso planeta.

Principais práticas de consumo sustentável que podem ser adotadas em nosso dia a dia:

- Fazer a separação de lixo reciclável (plástico, metais, papéis).

- Realizar compostagem, transformando resíduos orgânicos ( lixo úmido) em adubo;

- Diminuir o consumo de energia: tomar banhos rápidos, desligar luzes de cômodos que não tem pessoas, optar por aparelhos de baixo consumo de energia;

- Levar sacolas ecológicas ao supermercado, não utilizando as sacolas plásticas oferecidas;

- Diminuir a impressão de documentos e utilizar papel reciclável;

- Trocar o transporte individual por coletivo ou bicicleta. Outra solução é optar por carros híbridos.

- Não descartar óleo de frituras na pia da cozinha;

- Optar, quando possível, pelo consumo de frutas, verduras e legumes orgânicos;

- Comprar móveis de madeira certificada;

- Usar lâmpadas eletrônicas ou LED, pois consomem menos energia elétrica do que as incandescentes;

- Utilizar aquecedores solares dentro de casa, pois diminuem o consumo de energia elétrica.

Fonte: htpp://www.suapesquisa.com

terça-feira, 22 de maio de 2012

UMA PERSONALIDADE DE PARELHEIROS

Homenageada nos Dia Das Mães

13 de Maio de 2012.

Colaboração: Sra. Ana Valentim da Cruz.

Entrevista concedida à Pascom – Pastoral das Comunicação

Comunidade-Matriz de Santa Terezinha do Menino Jesus

Embu Guaçu.

Dona Ana é um exemplo da Graça de Deus abundante na vida de uma mulher simples e abençoada. Atualmente com 95 (noventa e cinco) anos de idade, mãe de Marta e sogra de Darci do Jardim Brasil ministros e membros da Pastoral do Idoso, dona Ana foi casada durante 45 anos, teve 15 filhos (13 vivos) ; tem 50 netos, 36 bisnetos e 2 tataranetos.

Sua vida foi sempre difícil. Aos oito anos de idade ficou órfã de mãe e, sendo filha mais velha, ajudou seu pai a criar seus irmãos, Hoje, todos já falecidos. Entre outros trabalhos árduos, cortava lenha e ajudava no plantio de verduras e legumes.

Conta dona Ana que a família tinha que caminhar do Jaceguava até Santo Amaro para vender o que plantavam às quitandas tão longínquas.

Moradora do Bairro de Jaceguava, durante muitos anos frequentou a Igreja de São José – Parelheiros. Há vários anos divide seu tempo com a família de sua filha Marta, e passa muitos dias aqui em Embu Guaçu participando da santas missas na comunidade – Matriz de Santa Terezinha, onde já se tornou conhecida pelas pessoas da comunidade.

Mulher saudável, mulher forte, transmite alegria, boas lembranças e muita fé e esperança a todos que encontra em seu caminho. Mãe carinhosa e exemplar, com sua presença ajudou a guiar gerações pelos ensinamentos de Jesus. Declara seu amor e sua devoção à Virgem Maria dizendo sempre que “Maria é nossa Mãe”, e que sempre buscou forças em Nossa Senhora para viver, lutar e vencer. Neste dia das Mães queremos felicitar a Sra. Ana Valentim da Cruz, em nome de todas as mães que, a exemplo de Maria, Mãe das Mães, se regozijam no Senhor pelo dom da maternidade.

Postagem autorizada por sua filha Maria Torraca,

administradora do Clube de Campo da S.E.Palmeiras

Bairro Jardim das Palmeiras-Parelheiros-SP/SP-Br.

domingo, 20 de maio de 2012

CÃO-GUIA


Você sabe como agir com um cão-guia? Deixe que ele mesmo vai lhe ensinar.

“Oi! Sou um Cão-guia e quero lhe ensinar quando me encontrar acompanhando meu dono cego. Antes de mais nada, saiba que sou um cão de trabalho e não um bicho de estimação. Quanto mais me ignorar, melhor será para o meu dono e para mim.

Meu comportamento e trato são totalmente diferente dos outros cães e devo ser respeitado em minha dupla função de guia e fiel companheiro do meu dono. Por favor, não me toque nem me acaricie quando me encontrar trabalhando, ou seja quando eu estiver usando a GUIA. Se fizer isso, posso me distrair e eu jamais devo falhar. Então é melhor me ignorar. Mas não tenha medo! Os Cães-guia são treinados e nunca seriam capazes de fazer mal, sem motivo.

Atenção! Se você estiver acompanhado de um cão, por favor controle-o para evitar que cause algum acidente quando passar ao meu lado e do meu dono.

Por favor, não me ofereça alimentos; meu dono já se encarrega disso com grande competência. Estou bem alimentado, tenho horário certo para comer.

Quando se dirigir a uma pessoa cega acompanhada de um Cão-guia como eu, fale diretamente com ela, e não comigo.

Se um cego lhe pedir ajuda, aproxime-se dele pelo lado direito, de maneira que eu fique à esquerda. Meu dono então me ordenará que sega você, ou lhe pedira que lhe ofereça seu cotovelo esquerdo, Nesse caso usará uma senha para me indicar que estou temporariamente fora de serviço.

Se um cego com um Cão-guia lhe pedir informações, dê indicações claras sobre o sentido em que deve dobrar ou seguir para chegar ao local.

Não se antecipe e nem pegue o braço de um cego acompanhado de um Cão-guia, sem antes conversar. Muito menos toque na minha GUIA, pois a mesma é só para uso do cego que acompanho.

Os Cães-guia têm lugares e horários pré-determinado para fazer suas necessidades.

Eu, como cão-guia, estou habituado a viajar em todos os meios de transporte, acomodado aos pés do meu dono, sem atrapalhar os passageiros, tanto dentro como fora do país".

Em virtude do seu rigoroso treinamento, os cães-guia estão habituados e capacitados a entrar e permanecer junto aos seus donos em todos os topos de estabelecimentos, tanto de saúde como em lojas, restaurantes, supermercados, cafeterias, cinemas, teatros, centro de estudo ou trabalho, etc. Sem causar alterações no funcionamento normal dos mesmos nem incomodar os estabelecimentos ou o público.

No locais de trabalho, os usuários de cães-guia estão capacitados a exercer suas funções com eles ao seu lado. Devido ao treinamento que recebem os cães-guia nunca vagam pelos recintos. Eles permanecem acomodados aos pés do dono.

Os cães-guia têm os mesmos direitos que seus donos de gozar de livre acesso a todos os locais públicos.


Vai me ajudar a divulgar o que lhe disse?

Obrigado, meu amigo!

Recebido por e-mail em slide (não indica o autor)

domingo, 25 de março de 2012

ÁGUA!... ÁGUA!...

Por que não contaminar o solo?

Águas Subterrâneas,

Artigo de Roberto Naime Publicado em 16 março 2011

Foto:Parelheiros-Portal das Águas.

As águas subterrâneas são aquelas armazenadas no interior dos maciços rochosos. Podem passar pelo estágio de acumulações freáticas nos solos (provenientes da chuva) ou serem diretamente dirigidas para o acúmulo no interior das rochas (aquíferos).

As rochas que armazenam as águas subterrâneas são conhecidas como aquíferos, e as rochas que deixam fugir as águas subterrâneas denominam-se aquífugos. Existem 2 tipo de aquíferos principais entre as rochas: os aquíferos denominados primários ou por poros e os secundários ou por fraturas e diáclases das rochas.

A melhor expressão dos aquíferos primários são as rochas sedimentares psamíticas, ou seja os arenitos e conglomerados. Para os leigos, arenitos também são conhecidos como “lage de grês”. Estas rochas chegam a exibir até 40% de porosidade e armazenam grande quantidade de água, que percola livremente na rocha, produzindo poços tubulares profundos, com grande capacidade de vazão. São estas rochas que armazenam petróleo, dependendo da localização geológica.

Aquíferos secundários ou por fraturas ocorrem em todo o tipo de rochas, tem menor capacidade de armazenamento de fluidos e consequentemente geram poços tubulares profundos com menor produção de água.

As águas subterrâneas, por definição, são aquelas que estão armazenadas em rochas, e originalmente são geradas pelas fontes pluviométricas, mas frequentemente sofrem a influência de outras águas;

Águas conatas: são as águas que ficam armazenadas com os sedimentos desde a superfície após os processos diagênicos que transformam sedimentos em rochas sedimentares. Exibem frequente contaminação com sais ou outros elementos químicos e podem não ser potáveis. Muito conhecidas como águas salobas;

Águas juvenis: representam os fluidos aquoso que resultam e sobram das cristalizações de magmas (fusões de rocha), seja em condições plutônicas (profundas) ou vulcânicas (superficiais). Por isso são ricas em metais e outros elementos químicos da tabela periódica que não conseguem entrar nos minerais que se formaram, tanto pelo tamanho de raio iônico, como por eletronegatividade ou outra característica química que impede as substituições diadóxicas (um elemento químico substituído por outro de mesmo tamanho de raio iônico ou mesmaeletro negatividade).

As águas subterrâneas que sofrem contaminação com águas conatas, frequentemente são salobras e apresentam dureza (quantidade de sais e carbonatos) elevada, apresentando problema para utilização em caldeiras (entope as caldeiras e pode produzir explosões).

As águas subterrâneas contaminadas por águas juvenis originam as denominadas águas minerais, de diversas naturezas, como fluoretadas, bicarbonatadas, etc.

Para muitas pessoas, com o decorrer do tempo, se reduz a capacidade de filtração do sangue pelos rins e podem ser desenvolvidos cálculos ou pedras renais. Se for de composição cálcica, a recomendação médica é diminuir o consumo de leite e derivados. Se for silicosa, a sugestão é evitar o consumo de águas minerais. Por isto, atualmente, é muito incentivado o consumo de águas minerais ditas “leves” ou com baixo teor de constituintes mineralizantes, que podem ser maléficos em quantidade inapropriada para consumo humano ou para certos tipos de organismos ou condições devidas à idade cronológica.

Roberto Naime, é Professor no Programa de pós-graduação em Qualidade Ambiental, Universidade FEEVALE, Novo Hamburgo – RS.

domingo, 1 de janeiro de 2012

O preço de não escutar a natureza,








Artigo de Leonardo Boff- Publicado em janeiro 17, 2011

O cataclisma ambiental, social e humano que se abateu sobre as três cidades serranas do Estado do Rio de Janeiro – Petrópolis, Teresópolis e Nova Friburgo -, na segunda semana de janeiro de 2011, com centenas de mortos, destruição de regiões inteiras e um incomensurável sofrimento dos que perderam familiares, casas e todos os haveres tem como causa mais imediata as chuvas torrenciais, próprias do verão, a configuração geofísica das montanhas, com pouca capa de solo sobre o qual cresce exuberante floresta subtropical, assentada sobre imensas rochas lisas que por causa da infiltração das águas e o peso da vegetação provocam freqüentemente deslizamentos fatais.


Culpam-se pessoas que ocuparam áreas de risco, incriminam-se políticos corruptos que distribuíram terrenos perigosos a pobres, critica-se o poder público que se mostrou leniente e não fez obras de prevenção, por não serem visíveis e não angariarem votos. Nisso tudo há muita verdade. Mas nisso não reside a causa principal desta tragédia avassaladora.


A causa principal deriva do modo como costumamos tratar a natureza. Ela é generosa para conosco, pois nos oferece tudo o que precisamos para viver. Mas nós, em contrapartida, a consideramos como um objeto qualquer, entregue ao nosso bel-prazer, sem nenhum sentido de responsabilidade pela sua preservação nem lhe damos alguma retribuição. Ao contrário, tratamo-la com violência, depredamo-la, arrancando tudo o que podemos dela para nosso benefício. E ainda a transformamos numa imensa lixeira de nossos dejetos.


Pior ainda: nós não conhecemos sua natureza e sua história. Somos analfabetos e ignorantes da história que se realizou nos nossos lugares no percurso de milhares e milhares de anos. Não nos preocupamos em conhecer a flora e a fauna, as montanhas, os rios, as paisagens, as pessoas significativas que aí viveram, artistas, poetas, governantes, sábios e construtores.


Somos, em grande parte, ainda devedores do espírito científico moderno que identifica a realidade com seus aspectos meramente materiais e mecanicistas sem incluir nela, a vida, a consciência e a comunhão íntima com as coisas que os poetas, músicos e artistas nos evocam em suas magníficas obras. O universo e a natureza possuem história. Ela está sendo contada pelas estrelas, pela Terra, pelo afloramento e elevação das montanhas, pelos animais, pelas florestas e pelos rios. Nossa tarefa é saber escutar e interpretar as mensagens que eles nos mandam. Os povos originários sabiam captar cada movimento das nuvens, o sentido dos ventos e sabiam quando vinham ou não trombas d’água. Chico Mendes com quem participei de longas penetrações na floresta amazônica do Acre sabia interpretar cada ruído da selva, ler sinais da passagem de onças nas folhas do chão e, com o ouvido colado ao chão, sabia a direção em que ia a manada de perigosos porcos selvagens. Nós desaprendemos tudo isso. Com o recurso das ciências lemos a história inscrita nas camadas de cada ser. Mas esse conhecimento não entrou nos currículos escolares nem se transformou em cultura geral. Antes, virou técnica para dominar a natureza e acumular.


No caso das cidades serranas: é natural que haja chuvas torrenciais no verão. Sempre podem ocorrer desmoronamentos de encostas. Sabemos que já se instalou o aquecimento global que torna os eventos extremos mais freqüentes e mais densos. Conhecemos os vales profundos e os riachos que correm neles. Mas não escutamos a mensagem que eles nos enviam que é: não construir casas nas encostas; não morar perto do rio e preservar zelosamente a mata ciliar. O rio possui dois leitos: um normal, menor, pelo qual fluem as águas correntes e outro maior que dá vazão às grandes águas das chuvas torrenciais. Nesta parte não se pode construir e morar.

Estamos pagando alto preço pelo nosso descaso e pela dizimação da mata atlântica que equilibrava o regime das chuvas. O que se impõe agora é escutar a natureza e fazer obras preventivas que respeitem o modo de ser de cada encosta, de cada vale e de cada rio.


Só controlamos a natureza na medida em que lhe obedecemos e soubermos escutar suas mensagens e ler seus sinais. Caso contrário teremos que contar com tragédias fatais evitáveis

.Leonardo Boff é filósofo e teólogo.